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sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Maria da Vila Matilde

SALVE MARIA DA VILA MATILDE.
SALVE, SALVE MARIA DA PENHA.
SALVE, SALVE ELZA.

artista ímpar, sensacional e meu amigo, cê vai se arrepender
de levantar a mão pra mim!

sábado, 23 de julho de 2016

Arquivos

aí você vai mexer em algumas pastas perdidas no seu computador,
e encontra cada coisa que bate uma saudade da porra.



(deixei largado assim, porque a vida da gente é assim; risos!)

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Radinho

apaixonado por essas meninas do sertanejo brasileiro,
me desculpem os preconceituosos,
mas Naiara Azevedo veio pra ficar.

bêj.


segunda-feira, 27 de junho de 2016

Poema de Snapchat - PARTE II

As crianças choram.
São caladas com tablets, iPads.
Maçãs digitais.
Robôs digitais.
Tecnologia.

Estupros mentais.
Cadeiras imaginárias.
Loucuras na janela do whatsapp.
Brigas no Grindr.
Vida real surreal.
Digital.

Sono insonso.
Olheiras tenras.
Reclamações da segunda, coitada.

Vida surreal banal bacanal.
Sexo dedilhado.
Gozo em gifs.
Vida meme (mimi).

Me transportem pra 1990.

Não quero mais brincar de tecnologia.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Revival's Poem

Era uma noite Revival.
Transamos no banheiro.
Você esporrou tudo em mim.
Me senti uma vadia.
Eu sou uma vadia.

Era uma noite ABBA.
Eu era sua Dancing Queen.
Você era meu Fernando.
Honey honey,
Gimme Gimme Gimme.
Mamma Mia.

Era uma noite psicodélica.
Tocou até Lana Del Rey.
Ficamos alta. Na praia.
Na nossa praia.
Na nossa praia de amar.
Na nossa praia de trepar.
Na nossa forma de se conectar.

Era uma noite Revival.
E eu fui sua putinha.
Eu realmente sou sua putinha.
Motherfucker.





segunda-feira, 6 de junho de 2016

Poema de Snapchat

O mundo em seu photoshop mais perturbador.
Caras branqueadas.
Botox em duas caras.
Noção morta a chineladas.

O mundo em sua estrutura mais pesada.
Devaneios de faixada.
Frases prontas em demandada.
Cores sem vida, todas falsas.

O mundo em sua ideologia de geração.
Geração smartphone.
Geração sem microfone.
Geração alienada.
Geração desesperada.
Geração burra.

Não há como rimar.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Mix de Junho

porque o que vem da raiz, fica pra sempre.







sábado, 21 de maio de 2016

De cigarro em cigarro

é a trigésima vez que você volta nos meus sonhos.
nem sei se chamo isso de sonho ou pesadelo.
o que ficou inacabado assim pra mim sempre sonhar com você?
o que eu fiz de errado sendo que quem "cagou" com tudo foi você?

como diria nora ney "vejo o tempo passar, vejo o inverno chegar, só não vejo você".

é a trigésima vez que eu acordo deprimido.
que eu me "bato". que eu "me torturo".
mas foi você que errou comigo. não fui eu.
e parece que o culpado sempre sou eu.

como diria nora ney "se outro amor em meu quarto bater, eu não vou atender".

por que?

me diga. se você ler issaqui, me diga.
eu pareço ter 16 anos.
aqueles amores doentios, sabe essas coisas?

eu sou um doente. doente de amor. de paixão. de vida.

como diria nora ney "vivo só sem você, que não posso esquecer um momento sequer".

salve, salve nora ney.
ela me entenderia.